sábado, 5 de dezembro de 2009

Epitáfio!


Hoje cheguei a conclusão que eu queria que a minha vida tivesse parado aos 18 anos. Como olhamos o mundo de um ângulo diferente com essa idade. Viver é muito mais entusiasmante. Sendo que eu não tenho um problema com minha vida agora. Sinto falta, apenas, dos sentimentos mais avassaladores que uma pessoa pode ter. Aqueles que sentimos quando chegamos a fase adulta, no começo tudo é muito confuso. Arrebatador. Eu diria que tudo é muito mais intenso, como se a vontade de agarrar a vida fosse maior. Tudo é paixão e toda a vida gira em torno de um grande amor. Depois as coisas mudam, não que nossos sentimentos morram mas nossas prioridades mudam. Casamento, filhos, casa, trabalho, ufa! Eu realmente sinto falta disso, desse turbilhão, de todas essas coisas que eu achava confusas...Acho que os hormônios fazem os adolescentes pirarem e eu realmente admiro isso, quando eles canalizam de uma forma positiva, é claro. Quem não tem ótimas lembranças de ter feito uma loucura por amor??? Ou de ter vivido amizades verdadeiras e muito mais presentes de forma compartilhada? Qualquer reunião, encontro, saída, seja qual for o nome era muito entusiasmante. Há! O amor... Tudo fica mais brando depois. Hoje a cumplicidade é muito mais importante. Viver junto não é tarefa fácil, mesmo se tratando de família que, teoricamente, tem obrigação de nos aturar. E quando eu digo "hoje" não estou me referindo aos dias de hoje mas sim a minha fase adulta. Tão presente. Acho que eu sinto falta de respiração ofegante, de frio na barriga, de atitudes impensadas, de sentimentos devastadores e um fogo que queima e ao mesmo tempo consome. Sinto falta de intensidade. Sinto falta de ter medo também. Acho que é isso que nos move afinal, o medo pelo desconhecido, o medo pela perda. É muito bom me sentir uma mulher segura, isso eu atribua a minha idade. Segurança é algo que se adquire com o tempo, você sabe que de alguma forma vai conseguir superar. Isso é bom também. Cada fase da vida tem pontos positivos. Daí eu ter chegado a conclusão de que a vida devia ter parado aos 18 e isso não é um epitáfio. Epitáfio é só a música, do Titãs, que me lembrei quando estava aqui escrevendo. O grande poder dos hormônios aliado a experiência que só o tempo nos traz deve ser algo indescrítivel de se viver. É isso. Definitivamente, sou muito afetada por coisas tolas e românticas. E é muito bom escrever, no fim ainda vejo doçura nas coisas.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A gente leva da vida a vida que a gente leva....

Estou cansada de viver uma vida sem respostas, esse ano foi muito estranho, nada aconteceu. Esse ano porque já tô levando em consideração que é muito dificil mudar alguma coisa em dois meses. Tô começando a pensar na minha lista de prioridades para o próximo ano. Alguma coisa tem que acontecer de diferente.
Ontem eu estava me sentindo como uma pessoa numa cadeira de balanço...sentada, balançando e esperando. Por outro lado, tem gente que parece que brinca com a vida dos outros. Tô falando daquelas pessoas que nos trazem falsas expectativas de vida. Aquelas que não podem ou não querem mudar mas que precisam se destacar de alguma forma. Um político é o melhor exemplo que posso dar. Ele promete algo, uma melhoria e os coitados ficam lá esperando. É ou não é brincar com a vida de alguém??? Tem gente que não tem responsabilidade, é só assim que posso definir isso. Responsabilidade com os outros e nem com si próprio. Vive prometendo e prometendo e não faz nada. Aí quando a gente vê o tempo passou e nada foi feito além de esperar...e esperar...e esperar. É muito triste viver assim!!!
Se for assim mesmo "A gente leva da vida a vida que a gente leva" vou tentar criar esperança pra levar algo melhor do que "Nada". Primeira tarefa da minha lista para o novo ano: Reforçar meu sentimento de perseverança...

Voltei!

Depois de alguns dias sem computador estou retornando ao blog. É impressionante como o computador nos faz falta, até pouco tempo atrás era considerado um artigo de luxo e hoje é um item essencial a qualquer lar.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Interessante essa frase que li hoje:
"Deus nos dá nossos parentes.
Graças à Deus, podemos escolher nossos amigos!"

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O personagem certo!

Não tem jeito, definitivamente tem gente que não tem noção de nada!!!
Como que pode uma pessoa chegar do trabalho e ir direto pra casa de outra pessoa e ficar lá até quase 22horas todos os dias??? Assim sem marcar nada, sem ter nada especial pra fazer...eu tenho tanta coisa pra fazer em casa que não me imagino depois de trabalhar o dia inteiro, ir pra uma casa que não é a minha, sem tomar um banho, sem ver minhas coisas, sem cuidar da minha roupa, sem sentar na frente da Tv e ficar um tempo à toa...tantas coisas!!!
Lembrei de um personagem que fez muito sucesso na Tv: o Caco Antibes!  Minha cunhada lembra muito a Cassandra, sogra do Caco...ela tem idade avançada, usa laquê e se acha. Lembra que a Cassandra dava ordens aos empregados? É só o que falta...
Ainda não achei a personagem certa pra minha cunhada...na maioria dos dias ela lembra muito a Amy, como diziam antigamente doida varrida, louca de pedra...tem um lado Cassandra também....outros dias ela lembra muito uma sogra daquelas pegajosas e irritantes...daí ela volta a se parecer com a Cassandra (primeiro pensei na idade) lembrei que o Caco chamava a sogra de Jararaca...ela é a própria víbora, apesar que às vezes, fico com pena de falar assim do bicho...não posso esquecer da Felícia, lembra do desenho "Pink e Cérebro"?, nossa como ela era grudenta com os bichinhos...
Mudando de assunto, comecei a pensar nos presentes de Natal, vi um objeto na internet e decidi que vou dar pra minha cunhada um relógio, quem sabe ela ganha um pouco de noção do tempo e pára de encher o saco da gente?!? Se essa aí pode usar um, ela também pode:


Ser mãe e mulher...

Ser mãe e mulher...
É a força sensível, que faz o mundo rodar,
É o vulcão adormecido, que às vezes tem que acordar,
É o instinto de bicho, que protege a cria sem pensar,
É o jeito doce e forte de amar.
É fazer no tempo, mais que o tempo dá.
É correr, correr sem cansar.
Ser mãe e mulher é como o mar,
hora a calmaria, hora as ondas a saltar
e como o sol e a terra, os filhos em torno dela a girar.
Ser mãe e mulher é jornada dura.
É um dom que Deus dá.
(Texto do blog de  Claudia Maria Batista Ribeiro Marques de Sousa)

Aos meu leitores, meus sinceros pedidos de desculpas pela ausência...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Cunhada de quê?!

Ontem eu li um texto de  João Adolfo Guerreiros e me diverti com as coicidências, olha só o que ele escreveu: "Cunhada não é parente? Não, cunhada é um problema em potencial sobre qualquer ângulo que você analise o fato. Posso dizer que é preferível ter vários cunhados do que uma cunhada. Cunhado é homem que nem você, é só mandar pro raio que o parta que o cara não te incomoda mais. Mais cunhada não, é mulher, é sensível, chora, pega no pé.  Isso mesmo, pega no pé, pois não existe coisa mais birrenta que mulher. Homem vai pro pau contigo, ou você dá ou apanha. Mulher não, pega no pé. É terrível. Faz da sua vida um inferno de sutilezas incomodativas. Ah bicho, e como mulher sabe ser incomodativa e sutil quando quer! É aquele negócio: ela te enche o saco fazendo de conta que não está enchendo, sacou?" ...daí ele menciona um dos tipo de cunhada que mais achei parecido com a minha... "E tem aquela cunhada mais velha. Meu amigo, essa é a pior de todas. Além da esperteza natural das mulheres, ela tem somada em si toda a experiência da sua sogra. Aliás, melhor ter cinco cunhados e duas sogras pentelhas do que uma cunhada dessas. É a “cunhada-sogra”."   O pior de ter uma cunhada-sogra é ter uma cunhada-sogra, sem desconfiômetro, dramática e ficando louca... mesmo os homens tem problemas com cunhadas. Pra quem tem uma cunhada desse tipo e uma sogra dissimulada, que se faz de boazinha o tempo todo e que por trás não é, minhas recomendações à sua saúde! Olha essa foto de família: